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A CENA MEMORIAL:
Você foi uma prostituta respeitada entre os homens e temida entre as mulheres. Oferecia prazer, mas nunca recebia toque com amor. Morreu com o corpo cansado e o coração intacto — nunca tocado de verdade.
A DOR NÃO ENCERRADA:
Você acreditou que era objeto. Que amar era luxo para outras. Que seu corpo era moeda, não casa.
O REFLEXO NA VIDA ATUAL:
Hoje, você se entrega com o corpo, mas se fecha com a alma. Sente-se usada, mesmo quando aceita. Tem dificuldade de receber amor que não cobre um preço.
A FRASE DE LIBERAÇÃO:
“Eu sou mais que o que dou. Meu corpo merece ser amado. Minha alma merece repouso.”
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