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Se você chegou até aqui…
é porque algo dentro de você está pedindo para ser visto.

 

Você não precisa dar conta de tudo agora.
A gente pode olhar para isso juntos.

A continuidade para os animais

  • há 2 dias
  • 4 min de leitura


Comunicação intuitiva sobre a continuidade para os animais

Eu fiquei um tempo em silêncio depois dessa comunicação.

Não foi porque eu não entendi o que veio, foi porque eu senti muita coisa ao mesmo tempo e precisei de um tempo pra digerir.


Sabe quando algo não vem como uma resposta direta, mas como uma percepção que vai se abrindo devagar?

Foi assim...


O que mais me chamou atenção não foi uma frase específica, nem uma explicação fechada.

Foi a forma como aquilo vinha.

Era muito tranquilo, muito natural, como se aquilo não fosse uma descoberta… fosse só o jeito que as coisas são pra eles.


E, no meio disso, começou a ficar muito claro pra mim o quanto a nossa forma de viver aqui é diferente da deles.

O quanto a nossa percepção é muito diferente para os animais sobre a continuidade da vida.


A gente vive carregando muita coisa.

Às vezes a gente nem sabe de onde vem, mas sente.

Medo, culpa, insegurança, aquela sensação de estar sempre tentando resolver alguma coisa dentro da gente.

Parece que a vida inteira vai sendo um movimento de tentar entender, tentar equilibrar, tentar não se perder no meio disso tudo.


E, ao mesmo tempo, a gente não lembra.

Não lembra de onde veio, não lembra do que já viveu, não lembra de quem é além dessa vida aqui.

E isso pesa...

Porque a gente fica tentando dar conta de tudo sem ter acesso ao todo.


Quando isso foi ficando mais claro, veio junto uma sensação diferente em relação a eles.

Eles não vivem assim.

Não veio como uma comparação, nem como julgamento, foi só uma percepção muito tranquila.


Eles não carregam esse peso que a gente carrega.

E não é porque não sentem, não é porque não vivem coisas difíceis.

É porque eles não se desconectam de quem são do mesmo jeito que a gente se desconecta.

Eles sabem.


Não no sentido de ficar falando sobre isso, mas no sentido de não perder essa referência.

Eles vivem a experiência aqui, se conectam com o corpo, com a casa, com as pessoas, mas não existe esse medo constante que a gente tem de perder tudo, de adoecer, de deixar de existir.


O corpo, pra eles, não é esse ponto central que é pra gente.


Quando isso começa a fazer sentido

Teve um momento da comunicação que me tocou de um jeito muito simples, mas muito profundo.

Veio a lembrança de uma outra vida, de uma experiência em que houve doença.

E não veio como sofrimento, nem como algo que precisava ser explicado.

Veio só como parte de um caminho que já tinha sido vivido.


O que me chamou atenção ali foi o que ele buscava naquela experiência.

Não era cura, não era sair da doença.

Era cuidado...

Era presença...

Era estar com alguém que estivesse ali de verdade.

E isso foi suficiente.

Agora, em outra experiência, ele está em um lugar onde isso existe de forma diferente.

Onde o cuidado vem, onde a atenção vem, onde existe um outro tipo de presença.

E não havia nenhum tipo de revolta nisso, nenhuma sensação de injustiça, nada disso.

Era só… continuidade.


Foi aí que alguma coisa dentro de mim começou a mudar.

Porque a gente olha pra doença com medo, com urgência, com uma sensação de que aquilo não deveria estar ali.

A gente associa muito rápido com perda, com fim, com algo que precisa ser evitado a qualquer custo.


E, naquele campo, não era assim que era visto.


Não quer dizer que não exista dor, não quer dizer que não exista cuidado, não quer dizer que não seja importante tratar.

Mas o peso que a gente coloca… não estava ali.

E isso mexe.


Porque não é uma ideia confortável no começo.

A gente foi ensinado a viver de outro jeito, a segurar, a controlar, a tentar garantir que nada saia do lugar.

E eles não estão tentando segurar do mesmo jeito.


Eles estão vivendo.

De um jeito que, às vezes, a gente até vê… mas não entende.


Depois que essa comunicação terminou, eu não fiquei com respostas prontas.

Não fiquei com uma conclusão pra dar pra ninguém.

Fiquei com uma sensação diferente por dentro, como se alguma coisa tivesse se reorganizado sem fazer barulho.


E, desde então, quando eu olho pra eles, eu não consigo mais ver só o que está na superfície.

Porque tem algo ali que continua.


Mesmo quando a gente acha que acabou.

Mesmo quando a gente não entende direito o que está acontecendo.


E isso não veio de um livro, não veio de alguém explicando.

Veio deles.

E talvez seja por isso que toca de um jeito diferente.


Se isso fez sentido pra você…

Esse foi um relato real de comunicação animal intuitiva.

Se existe algo no seu pet que você sente… mas ainda não conseguiu entender… ou se você quer escutar de outra forma o que ele vive, o que ele sente, o que ele traz… existe um caminho pra isso.


👉 Entenda como funciona: CLICA AQUI


E, se você quiser sentir isso de outra forma… sem palavras… essa música nasceu desse mesmo lugar.


música "eu ja falo com voce" representando comunicacao e continuidade para os animais e conexao alem da presenca fisica

Comentários


💛 Se esse texto tocou algo em você…

não ignora isso.

Às vezes, entender sozinho não é suficiente.
E tudo bem.

Se fizer sentido pra você…
a gente pode olhar pra isso juntos.​

 

 

​​​

 

Você não precisa caminhar sozinho(a). 🌷

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